“Na verdade, a maior pressão é o assédio que você recebe em uma prova dessas. A pressão é a ansiedade das pessoas em relação a você. E no Brasil você acaba encontrando, além dos fãs anônimos, muitas pessoas que participaram do início da sua carreira, que você não via há muito tempo, o segurança te cumprimenta e deseja boa sorte, essas coisas não acontecem nos Estados Unidos. Para os pilotos da Ganassi, por exemplo, o clima aqui não diz nada, não diz respeito a eles. A pressão realmente é só em cima dos brasileiros, a cidade de São Paulo está mobilizada em torno da corrida, como o Rio de Janeiro estava em 1996. Na verdade, eu lido bem com esse tipo de pressão, consigo transformá-la em energia positiva, e é isso que tenho tentado passar para a Bia, como carinhosamente aqui no Brasil tratamos a Ana Beatriz Figueiredo.”
Reveja a vitória de André Ribeiro no Rio de Janeiro em 1996,
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